Hotel Rochester Classic–Buenos Aires – Argentina

Em Setembro de 2010, visitamos Buenos Aires pela primeira vez e nos hospedamos no hotel Rochester Classic por 5 noites. Achamos interessante dar a nossa opinião sobre o hotel e seus serviços na nossa ótica de turistas.

Ficamos num apartamento standard duplo e aqui seguem os pontos positivos e negativos.

Pontos Positivos:

  • Café da manhã. Apesar de simples em termos de variedade, achamos o buffet ótimo. Com pratos quentes, frutas, cereais, sucos, etc. Ficamos surpresos por ter um chef (não sei se é este o nome correto) à disposição para preparar alguns pratos a pedidos. As panquecas de dulce de leche estavam fantásticas.
  • A Recepção, segurança, limpeza também não tivemos do que reclamar;
  • A isolação acústica externa é muito boa;
  • Para quem quer fazer compras ou estar próximo ao centro da cidade, sua localização é ótima. Próximos da Rua Florida, do Subte (metro), casas de câmbio, etc.

Pontos Negativos:

  • Nossa cama era para ser de casal, mas na verdade eram dois colchões de solteiro com um velcro que os unia. Isso ficou muito incômodo, pois não resolve e além disso os colchões ja estavam meio decadentes o que deixou nosso descanso ruim;
  • Apesar do quarto standard e do preço bastante razoável das diárias, sentimos falta de uma mesinha para colocar nossos objetos pessoais. Acho que o problema era o tamanho do quarto, muito pequeno em relação a outros de mesma categoria que já ficamos.
  • O frigobar desliga com a retirada da chave. Isso foi realmente bizarro, pois as coisas deixam de refrigerar enquanto estamos for a. Ai quando chegamos o bicho fica trabalhando por um tempo. Como estava um pouco velhinho, acordávamos com o barulho dele ligando/desligando. Um pouco barulhento;
  • Internet. Foi aqui que a coisa desandou. Desisto de me hospedar novamente no Hotel Rochester Classic, a menos que algo mude radicalmente. Além da conexão wi-fi ser mais lenta do que qualquer modenzinho discado de 10 anos atrás, o Hotel não tomou nenhuma providência para atender a minha reclamação enquanto estava lá. O mais triste é que existe um serviço de acesso a internet rápida na recepção, mas que é paga e eu não pude utilizá-lo gratuitamente e não me deram qualquer assistência ao problema.

Avaliação Final do Hotel Rochester Classic:

Meu objetivo era ficar em um hotel mais tranqüilo, onde pudesse conversar com as pessoas para pegar dicas, trocar experiências, etc. Não foi o que encontrei, porém são bastante ágeis e práticos para quem quer esquecer-se do hotel que esta.

Levei meu notebook na viagem justamente para ir pesquisando em lugares para visitar, responder e-mails, enviar fotos, etc. Utilizar os benefícios da rede. Não consegui fazer absolutamente nada do planejado. Pareceu-me que o problema não foi tratado com a importância que necessitava e por isso não me hospedarei mais no Hotel Rochester Classic se esta política não mudar.

Se os pontos negativos levantados não afetam tanto você quanto nos afetou, então o Rochester é um boa opção.

Schnecke Alemão

O nome pode ser schnek, xinék, chineck ou simplismente chineque. Em Joinville toda padaria que se preze tem formas cheias destes docinhos tão típicos da cultura alemã.

Segundo o Chef Adriano Vasconcelos, o nome seria “SCHNECKE”, que em alemão significa “caracol”. Achei um pouco estranho, pois o que vemos nas padarias não se parece nada com um molusco gastrópode terrestre de concha espiralada calcária. Nossa, forcei a amizade agora…

Segundo fontes seguras, os schneckes feitos em casa são bem diferentes do que encontramos nas padarias, como os das fotos abaixo. Clique na imagem para ir à página de onde retiramos as imagens:

 

 

Já nas padarias, é mais comum encontramos os schneckes como o da foto abaixo:

[DSC00573.JPG]

 

A nossa missão agora é encontrar um lugar onde se possa provar a receita de algum “mestre do schnecke” com a receita mais tradicional possível.

Receitas e lugares onde podemos encontrar estas iguarias típicas serão bem vindas aqui.

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